Pólipos intestinais: o que são?

Os pólipos intestinais são pequenas protuberâncias que cresce em cavidades revestidas por mucosas. Podem surgir pólipos em várias regiões do nosso organismo, tais como estômago, vesícula biliar, útero, cavidade nasal, intestinos e outros.

No caso dos pólipos intestinais, o local onde eles são mais comuns é no intestino grosso (cólon). O pólipo intestinal é um tumor benigno que surge por um crescimento anormal das próprias células da mucosa do intestino. Mas o cuidado deve ser redobrado, pois se eles crescerem pode sofrer transformação maligna (adenocarcinoma).

Por este motivo é tão importante a remoção dos pólipos, com a finalidade de prevenir o câncer.

Sintomas

Na maioria das vezes não apresentam sintomas, sendo descobertos com maior frequência através de exames como a colonoscopia ou raios-X contrastados.

Quando há sintomas basicamente são: sangramento, saída de muco com as fezes, alterações no funcionamento do intestino e, em casos raros, dores abdominais.

Como saber se tenho pólipos?

Através de exames endoscópicos ou radiológicos. Três exames endoscópicos podem ser utilizados com esta finalidade: a retossigmoidoscopia rígida, a retossigmoidoscopia flexível e a colonoscopia.

A retossigmoidoscopia rígida permite a avaliação de aproximadamente 20 cm finais do intestino, enquanto a retossigmoidoscopia flexível permite o exame de 30 a 60 cm.

A colonoscopia permite a avaliação de todo o intestino grosso.

No exame radiológico chamado enema baritado (clister opaco) é injetado um contraste por via retal que irá mostrar as paredes intestinais no exame de raios-X.

Exames mais simples também podem ser indicados para a detecção precoce.

A pesquisa de sangue oculto nas fezes pode ser útil para selecionar pacientes candidatos aos exames completos como a colonoscopia.

Mas, é importante enfatizar que um teste negativo não exclui a presença de um pólipo.

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A alergia ao chocolate é mito ou verdade?

A alergia ao chocolate é mito ou verdade?

Alguns especialistas afirmam que algumas pessoas têm intolerância ao chocolate. Isso acontece por não conseguirem metabolizar algumas substâncias presentes no próprio cacau ou em outros ingredientes do chocolate. A falta de alguma enzima que ajuda no metabolismo é que causa essa intolerância.

Já outros dizem que o que existe é a reação alérgica ao chocolate, que podem causar sensibilidade com manifestações clínicas. Exemplo são: a coceira, a vermelhidão generalizada e o inchaço de pálpebras e lábios, dores de cabeça, ardor estomacal.

No entanto, não há estudos estatísticos que com certeza indiquem que a relação alergia/chocolate é verdadeira. A alergia verdadeira ao cacau contido no chocolate é bem rara e incomum. O que pode acontecer com mais frequência é uma reação inesperada, resultado de um ingrediente usado no preparo dos chocolates.

Por exemplo: a maioria dos ovos de páscoa leva leite, amendoim, nozes e castanhas em sua composição. Alguns recheios são feito de uma pasta que leva Trigo e glúten.

Para quem tem alergia a estes produtos, a opção é buscar alternativas de ovos de páscoa sem lactose, sem glúten e sem todos os alérgenos como leite, ovo, soja, amendoim, trigo e etc.

Para os casos de alergia ao cacau, pode-se utilizar chocolates feitos à base de alfarroba, que é um substituto natural do cacau.

Em todos os casos, se você tem dúvida sobre alergia e intolerância procure um especialista para que ele possa te orientar melhor.

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Glúten: intolerância e sintomas

O glúten é uma proteína presente no trigo, cevada, centeio e derivados. Pessoas que não conseguem processar essa proteína têm intolerância ao glúten ou doença celíaca. Esse é um problema relativamente comum que afeta cerca de um milhão de brasileiros. Para muitos, cortar o glúten da alimentação não é uma dieta da moda, mas é uma condição necessária para manter a saúde.

 

SINTOMAS

Os sintomas da intolerância ao glúten podem ser de leves a severos. Os mais comuns são: excesso de gases; dores e distensão abdominal; enxaqueca; diarreia ou prisão de ventre.

 

Nos casos mais graves, a pessoa desenvolve a doença celíaca e pode ter dores abdominais e diarreias mais intensas. Além disso, é comum apresentar anemia, por dificuldade de absorver os nutrientes, e perda de peso. Quando não tratada, a doença celíaca pode levar ao câncer de intestino e estômago.

 

PARA SABER MAIS:

 

O glúten está presente em grande parte dos alimentos que compõem a base da pirâmide alimentar — os carboidratos. Pães, bolos, macarrão, biscoitos, tortas e toda a variedade de produtos feitos com farinha de trigo devem ser eliminados da dieta. Lembrando que a farinha de trigo integral também contém glúten.

 

A solução é substituir esses carboidratos por outros que são livres dessa proteína: arroz, batata, mandioca, milho e produtos feitos com amido de milho.

 

Grande parte dos alimentos industrializados contém glúten. Por isso, é imprescindível ler com atenção as embalagens antes de consumir qualquer produto.

 

Atualmente, o mercado disponibiliza uma boa variedade de produtos sem glúten. O problema é que esses produtos são bem mais caros que os da linha regular, por exigirem cuidados extras com a segurança alimentar na produção, armazenamento e transporte desses alimentos.

 

A intolerância ao glúten é difícil de ser diagnosticada, pois os sintomas são comuns a outras doenças que atingem o sistema digestivo. Se você suspeitar dos sintomas da intolerância ao glúten, Agende uma consulta conosco!

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Dor no estômago associada a azia e queimação pode ser gastrite

A dor no estômago que se repete e quando associada à azia e queimação pode ser gastrite. Ela caracteriza pela inflamação das paredes estomacais. Quando não tratada pode levar à erosão do revestimento do órgão.

 

Para o diagnóstico, deve-se realizar endoscopia com biópsia da mucosa gástrica (revestimento do estômago), que evidencia a inflamação. No diagnóstico também podem ser solicitados outros exames, como o exame de sangue e o raio-X do trato digestório.

 

Procure o médico se apresentar sintomas de dor de estômago, empachamento, náuseas, vômitos, queimação há mais de duas semanas. Na Clínica do Aparelho Digestivo, os gastroenterologistas Drª Ana Maria Alves e o Drº João Bosco Soares são os especialistas.

 

Os sintomas da gastrite podem ser dor na região superior do abdome; náuseas; vômitos; perda de apetite. E ainda sensação de “cheio” após a alimentação (empachamento); queimação.

 

Além disso, quando há sangramento da parede do estômago, o paciente pode expelir fezes escuras ou perceber a presença de sangue no vômito.

 

Tipos de gastrites

Gastrite aguda – Causada pela presença da bactéria Helicobacter pylori, a gastrite aguda tem sintomas que aparecem repentinamente. Entre eles dor no estômago, náuseas e vômitos. Se não tratada corretamente, com antiácidos e antibióticos, ela pode evoluir para a gastrite crônica. A adoção de hábitos alimentares saudáveis e a prática de exercícios físicos podem auxiliar no controle da doença.

 

Gastrite crônica – Classificada por sua fase de evolução (superficial, moderada e final) ou pela região afetada (na parte final ou no corpo do estômago). A gastrite crônica pode evoluir para câncer se o tratamento com antiácidos, protetores gástricos e antibióticos não for seguido à risca.

 

Gastrite enantematosa –  a inflamação, nesse tipo de gastrite, atinge uma camada profunda do revestimento estomacal. O tratamento envolve uma dieta com restrição de gorduras, cafeína e açúcar.

 

Gastrite eosinofílica – O aumento de células imunes no estômago, comum em pessoas com histórico de alergias, também provoca os sintomas característicos da gastrite, em especial azia, náuseas e vômitos frequentes. O tratamento, normalmente, é feito com o uso de corticoides.

 

Gastrite nervosa – Os sintomas de azia, a sensação de empachamento e vômitos podem surgir em situações de estresse e ansiedade. Nesse caso, o tratamento da gastrite nervosa envolve, além de antiácidos, a adoção de medidas para o controle do estresse, como prática de atividades físicas e uso de calmantes naturais.

 

 

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Boca: A digestão começa por aqui

O tubo digestório é composto pelos órgãos a seguir: boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado e intestino grosso.

 

A digestão começa pela boca. Ela é a primeira estrutura do sistema digestório. A abertura que se forma entre o lábio superior e o inferior se chama fenda bucal.

 

Ela serve de comunicação do tubo digestório com o meio externo; é por ela que entram os alimentos.

 

O “céu da boca” é também chamado de véu palatino ou palato duro. Mais para o fundo está a “campainha” ou úvula palatina.

 

O arco dental superior e o arco dental inferior são as estruturas em forma de arco em que os dentes estão dispostos e fixos.

 

O assoalho da boca é ocupado pela língua. Ela contribui para a mistura dos alimentos com a saliva, mantém o alimento junto aos dentes, empurra o alimento para a faringe, limpa os dentes e é o órgão importante da fala.

 

A língua apresenta ainda as papilas linguais, estruturas responsáveis pela gustação.

 

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Endoscopia: exame que mostra as alterações no sistema digestivo

O exame de endoscopia identifica alterações como a esofagite; refluxo; gastrite; tumores benignos e malignos (câncer); úlceras.

 

Quando associada à biópsia, o exame avalia também a presença da bactéria Helicobacter pylori. Esse organismo é frequentemente relacionado à gastrite crônica e úlceras.

 

Dores abdominais e dificuldades para se alimentar são alguns dos problemas que levam muitos pacientes ao gastroenterologista.

 

Em alguns casos, para identificar a causa do transtorno, o médico solicita uma endoscopia, um exame que permite visualizar internamente os órgãos do sistema digestivo.

 

A endoscopia não é um procedimento doloroso, pois antes da realização do exame é utilizado um spray anestésico na garganta e também pode ser utilizado sedativos.

 

Com isso,  a pessoa relaxa e dorme enquanto o profissional coleta as imagens.

 

O endoscópio é uma pequena câmera localizada na extremidade de um tubo flexível.  Ele percorre alguns órgãos do sistema digestivo e coleta imagens do esôfago, estomago e duodemo.

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Intolerância à lactose, o que é?

Você sabia? A intolerância à lactose é a incapacidade do organismo digerir o açúcar presente no leite. Apesar de ser diagnosticada na infância, os adultos também podem desenvolver a intolerância à lactose.

Os sintomas causados por esta intolerância são basicamente cólicas (dor abdominal), gases intestinais e diarreia ácida. Esses sintomas podem se manifestar com mais ou menos intensidade, variando conforme o grau da incapacidade da produção da lactase.

Geralmente os sintomas aparecem momentos após a ingestão de leite de vaca, derivados do leite ou produtos que sejam preparados com leite.

Há alguns exames que podem ser feitos para ter certeza se os sintomas é de intolerância a lactose, como exemplo:

Exame de fezes: mede a acidez das fezes sendo comum para detectar a intolerância em bebês e crianças pequenas.

Exame de sangue: mede a quantidade de glicose no sangue após tomar lactose diluida em água em laboratório.

Biópsia do intestino: método invasivo, mas util para analisar no microscópio a presença ou ausência de células especificas que determinam a intolerância à lactose.

Sentiu algum dos sintomas citados, procure um gastroenterologista ou clínico geral que ele vai orientar a melhor forma de cuidar da sua saúde.

Esportistas: qualidade de vida em todas as idades

Hoje é dia dos esportistas! Parabéns a todos que praticam esportes sejam profissional ou não!!!

Muitos são os benefícios para quem pratica esportes. Proporciona benefícios ao organismo, melhora as funções cardiovasculares e respiratórias, queima calorias, ajuda no condicionamento físico e induz a produção de substancias relaxantes como a endorfina.

O esporte pode ser praticado por todas as idades. É uma rica fonte que colabora para a concentração, dedicação, foco e estilo de vida saudável. Melhora a auto-estima, facilita no relacionamento com as pessoas condicionando corpo e mente.

A pratica de esporte desde a infância evita problemas que tendem a surgir na fase adulta.

No entanto é muito importante que toda atividade física seja acompanhada por médico e profissional de educação física para evitar excessos e riscos de lesões.

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Gastrite e úlcera: Iorgutes diminui infecção e melhora tratamentos convencionais

Os iogurtes que contêm Lactobacillus e Bifidobacterium mostraram-se eficazes para diminuir a infecção e melhorar a eficiência de tratamentos convencionais para gastrite e úlcera.

Confira uma receitinha deliciosa de frozen de iorgute, principalmente, para quem tem o balão intragástrico.

Ingredientes:

2 xícaras de chá de iogurte natural desnatado
½ xícara de chá de frutas frescas variadas e picadas
Canela em pó e adoçante a gosto

Modo de preparo:

Coloque todo o iogurte em um filtro de papel. Deixe coando na geladeira por uma noite;

Despeje em uma tigela o iogurte coado e misture as frutas, a canela e o adoçante. Mexa bem;

Ponha em um recipiente plástico e leve ao congelador por 12 horas. Retire do congelador e sirva.

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Exercícios físico alivia stress e combate vários problemas de saúde

Os exercícios físicos além de aliviar a tensão muscular são aliados no combate a vários problemas de saúde, como hipertensão e obesidade. A prática das atividades físicas libera várias substâncias na corrente sanguínea que aumentam a sensação de bem estar e prazer.

A principal é a endorfina, substância natural produzida pelo cérebro durante e também depois do exercício físico. A endorfina é considerada um analgésico natural, reduzindo o estresse e a ansiedade.

Procure fazer exercícios em ambientes que deem prazer, como exemplo, um parque. Dê preferência aos exercícios que duram mais tempo e são menos intensos, como a caminhada, uma corrida leve e a bicicleta. Pratique ao menos três vezes por semana.

Cuide de você! Cuide de sua saúde!

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