Diarreia

A diarreia é uma doença do sistema gastrointestinal muito comum na população mundial. É caracterizada, segundo a World Health Organization (WHO), como o quadro de 3 ou mais defecações amolecidas ou liquidas por dia. Pode ser indicativo de infecções do trato gastrointestinal, disfunções metabólicas e também pode ser um sintoma relacionado com outra doença que o indivíduo tenha. É uma condição que atinge pessoas de todas as idades e, em alguns casos, pode ser um quadro grave, principalmente em crianças e pessoas com o sistema imunológico enfraquecido. Os principais indicativos de diarreia são a perda de nutrientes, desidratação, sensação de fraqueza, vômito, náuseas, dor abdominal e defecações diárias em excesso.
Essa doença pode ser classificada em aguda e crônica. A diarreia aguda é de curta duração (geralmente até 2 semanas), e está relacionada principalmente a infecções por microrganismos (bactérias, protozoários, vírus, parasitas), alergia alimentar e efeitos colaterais do uso de medicamentos. No caso da diarreia crônica, a duração é maior (até meses), e pode estar relacionada a doenças crônicas, contato prolongado com materiais ou substancias tóxicas, desenvolvimento anormal de células no trato gastrointestinal, dificuldades de absorção de nutrientes e complicações cirúrgicas e outros fatores.
Na terapêutica da diarreia, além de vias medicamentosas, a principal medida é a reidratação. Entretanto, o paciente deve se preocupar em evitar a ocorrência desse quadro, tomando precauções e estar prevenido quando exposto a fatores de risco para a diarreia. Por isso, recomenda-se:
-Durante viagens, atentar-se à procedência e o aspecto dos alimentos a serem consumidos (a diarreia é um dos principais problemas de saúde durante viagens) ;
– Higienizar as mãos antes de comer;
-Lavar alimentos como legumes, verduras e frutas antes do consumo ou do preparo;
-Consumir essencialmente água tratada;
No caso de diarreia crônica, se persistirem os sintomas, o paciente deve procurar o seu médico especialista.

 

 

Henrique G. de Azevedo,

Acadêmico de medicina e estagiário na clínica CAD.

 

Doença do refluxo gastroesofágico ( DRGE)

A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), popularmente conhecida como “refluxo”, é uma doença muito comum, sendo considerada a mais frequente do trato gastrointestinal superior. Ela é caracterizada por um retorno do conteúdo alimentar e de ácido do estomago para o esôfago, podendo causar lesões no epitélio esofágico e incômodos ao paciente.
Essa doença possui várias causas, podendo estar relacionada a defeitos no fechamento do esfíncter esofágico inferior (EIE), diminuição da motilidade esofágica (peristaltismo), hérnia de hiato esofágico, redução do fluxo salivar ou perda da capacidade de tamponamento da saliva (controle da acidez), consumo excessivo de bebidas gasosas (tais como refrigerantes), consumo de alimentos ácidos e bebidas alcoólicas e também utilização de alguns medicamentos anti-inflamatórios.
Os sintomas mais comuns do refluxo são: pirose ou azia e regurgitação ácida. Entretanto, outras manifestações mais incomuns podem ser indicativos de refluxo, como rouquidão, pigarro, halitose, aftas e tosse prolongada.
O refluxo é tratado clinicamente, mas algumas medidas e mudanças de hábito podem ser tomadas pelos próprios pacientes, visando evitar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Dentre elas, recomenda-se o consumo controlado de alimentos cítricos ou ácidos (como limão, laranja e café), bebidas alcoólicas e gasosas, chocolate, produtos à base de tomate e alimentos gordurosos. Evitar deitar-se nas duas horas após uma refeição e evitar refeições fartas. Em casos de obesidade, a perda de peso é importante e ajuda no tratamento. No caso de fumantes, recomenda-se a suspensão do fumo, pois o cigarro prejudica a função normal da saliva.

 

 

Henrique G. de Azevedo,

Acadêmico de medicina e estagiário na clínica CAD.

Gastrite

A gastrite é uma condição em que há a inflamação da parede do estômago, podendo ser causada por infecção bacteriana (helicobacter pylori), agressão da mucosa intestinal por substâncias (consumo excessivo de bebidas alcoólicas, alimentos ácidos e uso de alguns medicamentos), uma própria reação do organismo gerada pelas células do sistema de defesa do corpo, estresse e traumas (cirurgias prévias, lesões). Uma das principais complicações da gastrite pode ser o surgimento de úlceras, que são feridas na parede do estômago e, em alguns casos, pode se relacionar ao câncer de estômago. Por isso é muito importante atentar-se ao surgimento de sintomas indicativos de gastrite, que é uma doença preocupante e bastante comum na população brasileira.
Pode-se classificar a gastrite em aguda e crônica, a depender da duração dessa condição. Os sintomas relacionados a gastrite são variados. Vômito, dores na porção epigástrica (parte superior da barriga), náuseas e azia estão entre as principais aferições relatadas pelos pacientes, portanto no caso de apresentação desse conjunto de sintomas, deve-se procurar um médico especialista.
O diagnóstico de gastrite é feito por endoscopia digestiva alta e alguns exames, como o de sangue. O tratamento, além de vias medicamentosas, consiste em recomendações feitas pelo médico, essencialmente relacionadas a alimentação do paciente e condutas no dia a dia. Dentre essas recomendações, vale ressaltar as seguintes:
– Não consumir excessivamente bebidas alcoólicas, alimentos ácidos (refrigerantes, sodas, limão, café) e gordurosos;
-Evitar refeições fartas;
-Não utilizar medicamentos sem prescrição ou indicação médica;
-Ao praticar esportes e atividades físicas (correr, pedalar) deve-se ter uma alimentação, treinamento e acompanhamento adequado, para evitar estresse ou sobrecarga dos órgãos e possíveis complicações (isquemia, por exemplo);

 

 

 

Henrique G. de Azevedo,
Acadêmico de medicina e estagiário na clinica CAD.

 

Doença do refluxo gastroesofágico ( DRGE)

A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) , popularmente conhecida como “refluxo”, é um doença muito comum , sendo considerada a mais frequente do trato gastrointestinal superior. Ela é caracterizada por um retorno do conteúdo alimentar e de ácido do estomago para o esôfago, podendo causar lesões no epitélio esofágico e incômodos ao paciente.

Essa doença possui várias causas , podendo estar relacionada a defeitos no fechamento do esfíncter esofágico inferior (EIE) , diminuição da motilidade esofágica (peristaltismo), hérnia de hiato esofágico , redução do fluxo salivar ou perda da capacidade de tamponamento da saliva  (controle da acidez), consumo excessivo de bebidas gasosas ( tais como refrigerantes) , consumo de alimentos ácidos e bebidas alcoólicas e também utilização de alguns medicamentos anti-inflamatórios.

Os sintomas mais comuns do refluxo são: pirose ou azia e regurgitação ácida. Entretanto, outras manifestações mais incomuns podem ser indicativos de refluxo, como rouquidão, pigarro, halitose, aftas e tosse prolongada.

O refluxo é tratado clinicamente, mas algumas medidas e mudanças de hábito podem ser tomadas pelos próprios pacientes, visando evitar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Dentre elas, recomenda-se o consumo controlado de alimentos cítricos ou ácidos ( como limão, laranja e café) , bebidas alcoólicas e gasosas , chocolate, produtos a base de tomate e alimentos gordurosos. Evitar deitar-se nas duas horas após uma refeição e evitar refeições fartas. Em casos de obesidade, a perda de peso é importante e ajuda no tratamento. No caso de fumantes, recomenda-se a suspensão do fumo, pois o cigarro prejudica a função normal da saliva.

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