Estômago inflamado sinal de refluxo

Estômago inflamado 

Você sofre com o retorno do alimento do estômago para o esôfago em direção à boca? Você pode ter refluxo, e principalmente se estiver causando dor e inflamação procure um especialista.

sintomas

Os sintomas básicos: Azia, gosto amargo na boca, tosses, boca seca, irritação da gengiva, mau hálito, regurgitação de ácido ou alimentos, inchaço após as refeições e durante episódios de sintomas.  E também náusea, vômitos, fezes pretas, dificuldade em engolir (possível sinal de estreitamento do esôfago). 

Os sintomas também está relacionado a perda de peso, queimação no estômago que pode subir até à garganta, dor de estômago, na laringe e/ou faringe, arroto, indigestão, irritação crônica da garganta.

O grau da inflamação no esôfago pelo refluxo vai depender da acidez do conteúdo do estômago e da quantidade de ácido que entra em contato com a mucosa do esôfago. consequentemente pode até causar uma doença chamada esofagite.

Se você tem os sintomas citados acima, procure a Clinica do Aparelho Digestivo e marque sua consulta para receber orientação de qual o melhor tratamento você deve fazer.

 

#proctocentro #agendesuaconsulta #ClinicadoAparelhoDigestivo#conheçaosespecialistasdaCAD #gastroenterologista #refluxo#diagnóstico #procureumgastro

A alergia ao chocolate é mito ou verdade?

A alergia ao chocolate é mito ou verdade?

Alguns especialistas afirmam que algumas pessoas têm intolerância ao chocolate. Isso acontece por não conseguirem metabolizar algumas substâncias presentes no próprio cacau ou em outros ingredientes do chocolate. A falta de alguma enzima que ajuda no metabolismo é que causa essa intolerância.

Já outros dizem que o que existe é a reação alérgica ao chocolate, que podem causar sensibilidade com manifestações clínicas. Exemplo são: a coceira, a vermelhidão generalizada e o inchaço de pálpebras e lábios, dores de cabeça, ardor estomacal.

No entanto, não há estudos estatísticos que com certeza indiquem que a relação alergia/chocolate é verdadeira. A alergia verdadeira ao cacau contido no chocolate é bem rara e incomum. O que pode acontecer com mais frequência é uma reação inesperada, resultado de um ingrediente usado no preparo dos chocolates.

Por exemplo: a maioria dos ovos de páscoa leva leite, amendoim, nozes e castanhas em sua composição. Alguns recheios são feito de uma pasta que leva Trigo e glúten.

Para quem tem alergia a estes produtos, a opção é buscar alternativas de ovos de páscoa sem lactose, sem glúten e sem todos os alérgenos como leite, ovo, soja, amendoim, trigo e etc.

Para os casos de alergia ao cacau, pode-se utilizar chocolates feitos à base de alfarroba, que é um substituto natural do cacau.

Em todos os casos, se você tem dúvida sobre alergia e intolerância procure um especialista para que ele possa te orientar melhor.

#Alergiaaochocolate #intoleranciaaoleite #Páscoa #chocolates

Úlcera gástrica: Causas e sintomas

Úlcera gástrica – ferida que se forma no tecido que reveste o estômago é causada por diversos fatores.

A úlcera gástrica se forma quando o estômago fica vulnerável à sua própria acidez, ao ter suas defesas enfraquecidas.

As possíveis causas são:

* Fator genético;
* Uso de medicamentos que afetam as defesas da parede do estômago, como anti-inflamatórios ou AAS, por exemplo;
* Infecção pela bactéria Helicobacter Pylori, que se multiplica no estômago e enfraquece a sua barreira protetora;
* Consumo de bebidas alcoólicas, que têm efeito irritativo;
* Estresse, situação que afeta as defesas da mucosa do estômago e favorece o surgimento de sintomas.

Além disso, uma alimentação desequilibrada, rica em gordura, açúcares e alimentos irritativos, como cafeína ou pimenta, por exemplo, podem agravar os sintomas e a progressão da úlcera e outras doenças gástricas, como refluxo.

SINTOMAS

A úlcera gástrica gera sintomas como:
• Dor abdominal forte, em forma de pontada, que piora ao comer ou ao beber;
• Dor em forma de queimação na “boca do estômago”;
• Enjoo;
• Vômito;
• Dor de cabeça;
• Sangramentos na parede do estômago, o que pode causar saída de sangue nas fezes, visível ou identificado no exame de pesquisa de sangue nas fezes.

Para diagnosticar a úlcera gástrica, o médico clínico geral ou gastro poderá solicitar uma endoscopia digestiva alta, após identificação dos sintomas.

#gastro #endoscopia #úlcera #diagnóstico

Síndrome do intestino irritável: você sabe o que é?

A síndrome do intestino irritável chamada de SII, é uma doença que reúne um conjunto de sintomas. Estes manifestam na região do abdômen, mas podem não estar associada a uma lesão ou inflamação do órgão.

 

Muitos pacientes confundem com a intolerância à lactose (https://proctocentro.com.br/gluten-intolerancia-e-sintomas/) ou ao glúten, (https://proctocentro.com.br/intolerancia-lactose-o-que-e/)

Para descartar problemas como intolerâncias, infecções e diferentes tipos de colite, procure um especialista em gastroenterologia . Por ser confundidos com os de outras doenças gastrointestinais, requer um diagnóstico médico apurado e preciso, detectado através de exames médicos e laboratoriais.

 

SINTOMAS

Além das cólicas no aparelho digestório, há a sensação recorrente de extensão abdominal (quando a pessoa sente inchaço na barriga após as refeições), alternâncias entre diarreia e prisão de ventre e, frequentemente, a sensação de evacuação incompleta após ir ao banheiro.

 

TRATAMENTO

O gastroenterologista pode ajudar a controlar a Sindrome do Intestino Irritável (SII). Ele indicará testes para descartar outros problemas e doenças similares. Exames de sangue, culturas de fezes e até mesmo colonoscopias e outros exames de imagem podem ser necessários.

 

Grandes cargas de estresse e ansiedade pode ocorrer agravamento dos sintomas. A mudança de hábitos é essencial como a reeducação alimentar, alternativas de descompressão emocional e reação ao estresse e adoção de atividade física.

 

Suplementos de fibras e até mesmo antidepressivos leves como forma de gerenciar a ansiedade como gatilho da síndrome pode ser necessário. Formulações específicas para lidar com sintomas como diarreia e gases também podem ser recomendadas.

#gastroenterologista #Intestinoirritavel #tratamento#ClinicadoAparelhoDigestivo

Glúten: intolerância e sintomas

O glúten é uma proteína presente no trigo, cevada, centeio e derivados. Pessoas que não conseguem processar essa proteína têm intolerância ao glúten ou doença celíaca. Esse é um problema relativamente comum que afeta cerca de um milhão de brasileiros. Para muitos, cortar o glúten da alimentação não é uma dieta da moda, mas é uma condição necessária para manter a saúde.

 

SINTOMAS

Os sintomas da intolerância ao glúten podem ser de leves a severos. Os mais comuns são: excesso de gases; dores e distensão abdominal; enxaqueca; diarreia ou prisão de ventre.

 

Nos casos mais graves, a pessoa desenvolve a doença celíaca e pode ter dores abdominais e diarreias mais intensas. Além disso, é comum apresentar anemia, por dificuldade de absorver os nutrientes, e perda de peso. Quando não tratada, a doença celíaca pode levar ao câncer de intestino e estômago.

 

PARA SABER MAIS:

 

O glúten está presente em grande parte dos alimentos que compõem a base da pirâmide alimentar — os carboidratos. Pães, bolos, macarrão, biscoitos, tortas e toda a variedade de produtos feitos com farinha de trigo devem ser eliminados da dieta. Lembrando que a farinha de trigo integral também contém glúten.

 

A solução é substituir esses carboidratos por outros que são livres dessa proteína: arroz, batata, mandioca, milho e produtos feitos com amido de milho.

 

Grande parte dos alimentos industrializados contém glúten. Por isso, é imprescindível ler com atenção as embalagens antes de consumir qualquer produto.

 

Atualmente, o mercado disponibiliza uma boa variedade de produtos sem glúten. O problema é que esses produtos são bem mais caros que os da linha regular, por exigirem cuidados extras com a segurança alimentar na produção, armazenamento e transporte desses alimentos.

 

A intolerância ao glúten é difícil de ser diagnosticada, pois os sintomas são comuns a outras doenças que atingem o sistema digestivo. Se você suspeitar dos sintomas da intolerância ao glúten, Agende uma consulta conosco!

www.proctocentro.com.br
(61) 3244-6812 / (61) 3242-8517.
WhatsApp: (61) 98173-4484 / (61) 98173-4481.
E-MAIL: contato@proctocentro.com.br

#consultas #gastroenterologista #serviços #cad

Dor no estômago associada a azia e queimação pode ser gastrite

A dor no estômago que se repete e quando associada à azia e queimação pode ser gastrite. Ela caracteriza pela inflamação das paredes estomacais. Quando não tratada pode levar à erosão do revestimento do órgão.

 

Para o diagnóstico, deve-se realizar endoscopia com biópsia da mucosa gástrica (revestimento do estômago), que evidencia a inflamação. No diagnóstico também podem ser solicitados outros exames, como o exame de sangue e o raio-X do trato digestório.

 

Procure o médico se apresentar sintomas de dor de estômago, empachamento, náuseas, vômitos, queimação há mais de duas semanas. Na Clínica do Aparelho Digestivo, os gastroenterologistas Drª Ana Maria Alves e o Drº João Bosco Soares são os especialistas.

 

Os sintomas da gastrite podem ser dor na região superior do abdome; náuseas; vômitos; perda de apetite. E ainda sensação de “cheio” após a alimentação (empachamento); queimação.

 

Além disso, quando há sangramento da parede do estômago, o paciente pode expelir fezes escuras ou perceber a presença de sangue no vômito.

 

Tipos de gastrites

Gastrite aguda – Causada pela presença da bactéria Helicobacter pylori, a gastrite aguda tem sintomas que aparecem repentinamente. Entre eles dor no estômago, náuseas e vômitos. Se não tratada corretamente, com antiácidos e antibióticos, ela pode evoluir para a gastrite crônica. A adoção de hábitos alimentares saudáveis e a prática de exercícios físicos podem auxiliar no controle da doença.

 

Gastrite crônica – Classificada por sua fase de evolução (superficial, moderada e final) ou pela região afetada (na parte final ou no corpo do estômago). A gastrite crônica pode evoluir para câncer se o tratamento com antiácidos, protetores gástricos e antibióticos não for seguido à risca.

 

Gastrite enantematosa –  a inflamação, nesse tipo de gastrite, atinge uma camada profunda do revestimento estomacal. O tratamento envolve uma dieta com restrição de gorduras, cafeína e açúcar.

 

Gastrite eosinofílica – O aumento de células imunes no estômago, comum em pessoas com histórico de alergias, também provoca os sintomas característicos da gastrite, em especial azia, náuseas e vômitos frequentes. O tratamento, normalmente, é feito com o uso de corticoides.

 

Gastrite nervosa – Os sintomas de azia, a sensação de empachamento e vômitos podem surgir em situações de estresse e ansiedade. Nesse caso, o tratamento da gastrite nervosa envolve, além de antiácidos, a adoção de medidas para o controle do estresse, como prática de atividades físicas e uso de calmantes naturais.

 

 

#gastrite #queimação #estômago #diagnóstico #Gastroenterologista#ClinicadoAparelhoDigestivo

Endoscopia: exame que mostra as alterações no sistema digestivo

O exame de endoscopia identifica alterações como a esofagite; refluxo; gastrite; tumores benignos e malignos (câncer); úlceras.

 

Quando associada à biópsia, o exame avalia também a presença da bactéria Helicobacter pylori. Esse organismo é frequentemente relacionado à gastrite crônica e úlceras.

 

Dores abdominais e dificuldades para se alimentar são alguns dos problemas que levam muitos pacientes ao gastroenterologista.

 

Em alguns casos, para identificar a causa do transtorno, o médico solicita uma endoscopia, um exame que permite visualizar internamente os órgãos do sistema digestivo.

 

A endoscopia não é um procedimento doloroso, pois antes da realização do exame é utilizado um spray anestésico na garganta e também pode ser utilizado sedativos.

 

Com isso,  a pessoa relaxa e dorme enquanto o profissional coleta as imagens.

 

O endoscópio é uma pequena câmera localizada na extremidade de um tubo flexível.  Ele percorre alguns órgãos do sistema digestivo e coleta imagens do esôfago, estomago e duodemo.

#endoscopia #Cadproctocentro #gastroenterologia #sistemadigestivo

Intolerância à lactose, o que é?

Você sabia? A intolerância à lactose é a incapacidade do organismo digerir o açúcar presente no leite. Apesar de ser diagnosticada na infância, os adultos também podem desenvolver a intolerância à lactose.

Os sintomas causados por esta intolerância são basicamente cólicas (dor abdominal), gases intestinais e diarreia ácida. Esses sintomas podem se manifestar com mais ou menos intensidade, variando conforme o grau da incapacidade da produção da lactase.

Geralmente os sintomas aparecem momentos após a ingestão de leite de vaca, derivados do leite ou produtos que sejam preparados com leite.

Há alguns exames que podem ser feitos para ter certeza se os sintomas é de intolerância a lactose, como exemplo:

Exame de fezes: mede a acidez das fezes sendo comum para detectar a intolerância em bebês e crianças pequenas.

Exame de sangue: mede a quantidade de glicose no sangue após tomar lactose diluida em água em laboratório.

Biópsia do intestino: método invasivo, mas util para analisar no microscópio a presença ou ausência de células especificas que determinam a intolerância à lactose.

Sentiu algum dos sintomas citados, procure um gastroenterologista ou clínico geral que ele vai orientar a melhor forma de cuidar da sua saúde.

Cálculos Biliares

A colelitíase, uma condição conhecida como “pedra na vesícula”, litíase biliar ou cálculo biliar é um quadro muito comum, caracterizado pela formação de estruturas calcificadas ou endurecidas semelhantes a pedras dentro da vesícula biliar. Isso gera um quadro de dor biliar, um tipo de dor que se localiza geralmente na região da própria vesícula (hipocôndrio direito), mas que pode migrar para outras regiões do abdome. Essa condição pode estar associada a disfunções metabólicas como obesidade, problemas na secreção de sais biliares e outras condições. É uma condição presente principalmente em adultos. Pode aparecer na adolescência, entretanto a maior incidência é em pacientes de 35 a 55 anos e idosos.

A colelitíase pode ser sintomática ou assintomática. A dor aferida pelo paciente ocorre em crises e o aparecimento dessas é imprevisível. Isso significa que o intervalo entre crises de dor biliar pode ser de dias, meses ou até anos. Na presença dos sintomas, deve-se consultar um médico o mais cedo possível.

Para o tratamento, a colecistectomia (retirada cirúrgica da vesícula) é indicada, para evitar possíveis complicações, como a evolução para colecistite aguda (quadro grave de inflamação da vesícula), coledocolitíase (obstrução do ducto colédoco pelo cálculo da vesícula), câncer da vesícula biliar e também pancreatite.

Por ser relacionada a disfunções fisiológicas, a principal recomendação para o paciente é cuidar de sua saúde a fim de evitar a colelitíase e outras complicações. Esse cuidado inclui o controle do peso corporal (atentar-se principalmente para quadros de obesidade), realização regular de atividades físicas, manter-se sempre hidratado e consumir alimentos que contenham eletrólitos (cálcio, sódio, magnésio e potássio, por exemplo).

 

Henrique G. de Azevedo,

Acadêmico de medicina e estagiário na clinica CAD.

 

 

Constipação

A constipação possui diferentes significados, sendo uma das aferições mais comuns relacionadas ao trato gastrointestinal que leva o paciente a procurar um médico. É uma condição que corresponde a diversos sintomas que podem indicar doenças ou disfunções do organismo. É principalmente referida como dificuldade de defecar, fezes muito duras, sensação de esvaziamento incompleto e volume reduzido de fezes. Essa condição é muito comum em mulheres e idosos, mas pode estar presente em indivíduos de quaisquer idade e sexo.

Pode-se classificar a constipação em primária ou secundária. Uma constipação primária é de origem funcional, vinda de alguma disfunção do próprio organismo que não tem causa definida. Já a constipação secundária possui uma causa já definida, ou seja, se origina de alguma doença que o paciente tem, por exemplo, disfunções hormonais (hipotireoidismo) , doenças neurológicas (Parkinson), doenças metabólicas (diabetes Melitus), uso de certos medicamentos e também pode também estar relacionada a algum procedimento cirúrgico que o paciente tenha realizado. Essa classificação é feita pelo médico durante a análise clínica do paciente.

O tipo de aferição mais comum é a constipação de trânsito intestinal normal, também denominada constipação funcional. Essa condição está relacionada principalmente à falta de fibras na alimentação e também à falta de hidratação, geralmente levando o paciente a se queixar de fezes endurecidas e insatisfação no ato de defecar.

O tratamento para constipação é variado, dependendo da causa dessa condição. Em alguns casos, o uso de medicamentos é necessário. Por outro lado , mudanças de hábito de vida do paciente muitas vezes são suficientes para resolver o problema. Dentre as medidas que o paciente pode adotar, vale ressaltar as seguintes:
– Aumentar a ingestão de líquidos, principalmente água;
-Aumentar o consumo de alimentos ricos em fibras (frutas como maçã, laranja, tomate, alimentos integrais, abóbora, cenoura e sementes);
– Realizar atividades físicas;
– Estabelecer um padrão regular de defecação diária;

 

 

1 2 3
Nossa equipe de atendimento está aqui para lhe atender!
//
Atendimento Para Consultas
AGENDE UMA CONSULTA
Indisponível
//
Atendimento Para Exames
AGENDE UM EXAME
Indisponível